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#mimimi Feliz Aniversário para o @Becher, o @MicBernardini e o @Tatato

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Fazia tempo que eu não tinha uma sessão #mimimi aqui no blog. Aliás, fazia tempo que eu não postava nada por aqui (a máxima que inicia todos os posts). Nada melhor, então, do que retomar o prumo em um dia tão especial como este. E já aproveito para avisar: vão agora começar os clichês e as rasgações de seda. Se o título não lhe bastou para parar a leitura deste post, aviso que a partir de agora não está autorizado reclamar. Leia por sua conta e risco.

Não é qualquer dia que você pode comemorar o aniversário de três pessoas tão especiais. Eu tenho amigos que têm essa mania chata de fazer aniversário no mesmo dia, o que acaba te obrigando a se virar em três, no caso, para cumprir os protocolos. Mas eu falo como egoísta que sou, pois não divido minha data com mais ninguém, sequer com minha gêmea, pois tivemos a decência de nascer em dias seguidos. Isso não nos impede de comemorarmos juntas, mas garante que as egocêntricas aqui possam chamar os dias só de seus.

Contudo, não posso pautar o mundo por mim ou por minha gêmea. Nossa idiossincrasia não chega a tanto.

O certo é que pessoas que dividem aniversários, a despeito de qualquer conotação crítica que minhas afirmações acima possam ter transparecido, são generosas por natureza: generosas nos abraços acolhedores; generosas nos sorrisos sempre estampados nos rostos; generosas na atenção dedicada aos que os cercam. No entanto, creio que a maior generosidade que posso imputar a estes em especial é a de me aceitaram como amiga, mesmo eu estando longe de ser uma pessoa fácil de lidar e conviver.

O Mic foi o primeiro a entrar na minha vida. Afinidade instantânea, o que costuma ser um pouco raro por aqui. Provavelmente por sermos palhaços e compartilhamos interesses, como a fotografia. Essa, aliás, a atividade específica que nos uniu. O mais incrível é que já havíamos nos esbarrado em outra oportunidade e até comentado sobre o fato enquanto a amizade era apenas virtual. E de se espantar que em um grupo que iniciou tão grande por conta desse interesse em comum (fotografia), tenha depois se reduzido a meia dúzia e se encerrado em apenas dois.
É difícil falar de alguém que esteve em momentos tão importantes de sua vida, desde a alegria contagiante até a depressão. E talvez apenas isso já seja suficiente para destacar a importância desse vínculo. Porque amigos de verdade não compartilham apenas fotos em latas de lixo ou cartões postais do Rio de Janeiro. Compartilham cumplicidades que, no mais das vezes, não se expressam em palavras ou imagens.

O Tatato foi a aquisição mais recente. E isso não é nenhum demérito. Pelo contrário, apenas algo a se lamentar pela demora, pois figurinha que completa com maestria o álbum da melhor coleção do mundo. Uma pessoa inoxidável, cabriocárica e estrogonoficamente sensível. Daquelas que não têm tempo ruim e trata os amigos como a última bolacha calipso do pacote.
Não é qualquer um que pode se dar ao luxo de ter uma delicinha dessas em sua vida. Mas eu, apesar da lamentável atraso – causado por esse  destino maluco que teima em te deixar cruzar antes com o melhor que o mundo tem para oferecer -, posso hoje dizer que o tenho no meu núcleo mais precioso. E isso não apenas é motivo de orgulho como de muito prazer.

Amigos assim, como dizia meu querido tio Luis, não se encontra nem com luz de candeeiro.

Já o Becher é persona de singular inserção nesse meu clubinho quixeramobílico. Eu sabia seu nome; sabia que era contumaz visitante da memorável casa amarela que já foi minha vizinha; sabia que ele era um gaúcho de coração. Não sabia, contudo, que o conheceria pessoalmente no mesmo dia em que acalentaria meu buchinho devorador. De cozinheiro de singulares iguarias, passou a presença garantida em quase todos os eventos em que me encontrava e, finalmente, um conviva que faz falta quando em suas visitas recorrentes à capital do meu estado de nascimento.

Posso dizer hoje, com orgulho e admiração, que é a única pessoa com quem admitiria dividir meu marido. E se você pensou qualquer besteira ao ouvir essa frase, sinal de que não é merecedor de amizade como esta. Não se divide uma casa, logo após seu casamento, com pessoa que não seja digna dos melhores sentimentos que se possa nutrir. Não se divide os dias com quem não seja merecedor desses elogios. E, principalmente, não se divide as filhas gatas com quem não tenha um coração como o dele.

Hoje é, portanto, um dia de festa. Não apenas por ser o aniversário desses três lindos, mas sim por terem tornado, há mais ou menos tempo, minha vida muito mais colorida.

Obrigada, meus amores.

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Ele é o meu Dudu e eu sou a Mimi dele…

Este é um cartão de aniversário para o meu querido (e por enquanto único) sobrinho. Se não quiser perder seu tempo com mimimi’s, favor parar por aqui a leitura deste post. Depois não diga que não avisei!

Luiz Eduardo Garcia Xavier ou, simplesmente, Dudu da tia Mimi.

Veja só que triste: mais um aniversário em que a tia Mimi não estará presente (seja na data exata – 17 de junho -, seja na maravilhosa festinha). E eu sei que, assim como a sua tia Mimi aqui, festinhas de aniversário são sua grande alegria. Afinal, tem como ser ruim ganhar todas as atenções, presentes e docinhos maravilhosos?

Tia Mimi não estava presente no seu nascimento também, já que por uma coincidência enorme (coincidência é quando duas ou mais coisas acontecem ao mesmo tempo, ainda que não tenham sido programadas, como passar aquele desenho demais do Bob Esponja bem no dia que você não precisou ir na escola) estava apresentando sua monografia da faculdade (monografia é um trabalho de escola bem longo e bem demorado de fazer, que obriga a gente a ler um monte de coisa legal e um monte de coisa bem chata. Se a gente não fizer direitinho, não passa de ano. E faculdade é a escola que a gente faz quando fica maior, para aprender aquilo que queremos ser quando crescer. No caso da tia Mimi, é para ajudar as pessoas a resolverem seus problemas, quando elas estão brigando, por exemplo, para saber qual delas é dona do carrinho do Hot Wheels encontrado no jardim da escola). Ou seja, a coincidência (que eu já te expliquei ali em cima) está no fato de que no mesmo dia a tia Mimi encerrava uma etapa importante da sua vida – acabava a faculdade e me tornava gente grande – iniciava outra: ser a tia Mimi do meu querido Dudu.

Mas saiba que, quebrando o protocolo (quebrar o protocolo é fazer alguma coisa que a gente não deve fazer, como meter o dedo no nariz na frente de pessoas que acham isso nojento, pois elas não entendem que é preciso limpá-lo quando está nos incomodando para respirar), a tia Mimi fez uma grande homenagem a você na apresentação da monografia, pois, afinal, virar sua tia Mimi era mais importante do que virar gente grande.

Mas a tia Mimi estava no aniversário de 1 ano, viu? Felizmente a paixão pela fotografia me permitiu ter provas desse fato e mostrar a você que não perdi todos as suas festinhas. Você pode não lembrar, pois a única coisa que sabia fazer na época era erguer o dedinho indicador (é o dedinho fura bolo) e mostrar qual era a sua idade. Mas eu juro que estava lá, correndo atrás de você como uma louca, com uma câmera enorme na mão, e tentando fotografar seus passos titubeantes (titubeante é quando a pessoa caminha como se fosse cair toda hora).

Quem diria que o tempo passaria tão rápido e você já estaria completando 6 anos? Nem cabe mais em uma mão mostrar a idade quando lhe perguntam e ficou muito fácil do que quando você tinha apenas 2 anos e os demais dedinhos (os dedidos seu minguinho, seu vizinho e mata piolho) precisavam ser segurados para que a idade fosse mostrada perfeitamente.

Pois bem, apesar de a tia Mimi estar longe e ter perdido muitos momentos especiais seus, saiba que estou sempre informada de suas mais recentes peraltices (peraltice é quando você apronta alguma coisa), como a que levou você a ficar de castigo por um mês e quase acabou com sua festinha de aniversário. Também fico sabendo dos momentos em que está doentinho e das visitas ao Dr. Abraão, que um dia já foi o meu pediatra.

Mas o que eu queria te falar mesmo é que você está fazendo 6 anos e isso é uma mudança muito grande na sua vida. A partir de agora a escola vai deixar de ser só aquela folia e brincadeira que sempre foi, já podendo você, por exemplo, ler sozinho este cartão que a tia Mimi está lhe enviando. A partir de agora a mamãe e o papai vão exigir mais dos seus estudos e você começará a ter tarefas de casa determinadas pela professora. Você completou exatamente  metade do tempo necessário para deixar de ser criança e se tornar um adolescente.

Porém, não tenha pressa em percorrer essa outra metade do caminho. Aproveite tudo que a infância pode lhe oferecer, principalmente as brincadeiras. E, justamente por isso, o presente que estou enviando este não será roupas ou calçados, pois tem por intuito manter as brincadeiras vivas em seu cotidiano. Tenho orgulho de saber que fui a responsável por inserir o tênis All Star (preto e com cordinhas) na sua vida, mas o Bob Esponja e o Patrick imploraram para irem até aí fazerem companhia ao Dino e ao Sapo.

Bem, este cartão de aniversário já ficou grande demais para um menino de apenas 6 anos, cujos minutos são eternidades e devem ser gastos com coisas bem mais interessantes do que um monte de palavras difíceis e escrita truncada (truncado é o mesmo que difícil de entender), com diversos apostos (este vou deixar para você aprender na escola) e parênteses (estes quase C que separam as frases, como esta aqui) que dificultam a leitura, principalmente de alguém ainda em alfabetização (alfabetização é quando se está aprendendo a ler e escrever, ou seja, o que está acontecendo com você agora).

Tenho certeza que muito do aqui escrito não será compreendido perfeitamente por você, mas este é um cartão de aniversário para ser relido em outras épocas de sua vida. Por isso que, caso você o perca, a tia Mimi garantiu que uma cópia estaria em seu blog (é um lugar na internet, assim como os seus joguinhos), podendo ser relido quando você sair do castigo que te impossibilitou de usar o computador.

Comporte-se, mas também seja muito criança e aproveite tudo o que isso significa, a começar por sua festa de aniversário. Prometo que ainda compartilharei muitas festas assim com você.

Amo você, coisa gostosinha gremista.

Sua tia Mimi.

PS: Este é o cartão de aniversário que estou enviando ao meu sobrinho pelos seus 6 anos, completados no último dia 17. Está aqui no blog por duas únicas razões: porque outras tantas pessoas especiais ganharam cartões neste espaço de “soberbas amenidades” e porque assim fica garantido que, um dia, quando capaz de compreender cada uma das palavras aqui escritas sem as explicações por mim fornecidas, poderá relê-lo com nostalgia de uma das fases mais importantes de sua vida.

“…Como é meu o meu aniversário…”

Parte dos presentes que ganhei de aniversário. Alguns não couberam na foto.

Acabei não comentando, no post sobre o enorme amor que tenho pelos aniversários, particularmente o meu, mas o top 1 da minha lista é, sem sombra de dúvidas, o presente. Claro que falar de presentes é falar sobre unanimidades: mesmo aqueles que não suportam as festas ou os parabéns, jamais se mostram relutantes ou avessos aos presentes de aniversário.

Afinal, tem coisa melhor do que ganhar presentes?

Óbvio que não no mesmo grau de amor e importância, mas sempre tive o ato de dar presentes igualmente prazeroso. E quando dizem que filho de peixe, peixinho é ou a fruta não cai muito longe do pé, apesar do imenso preconceito contido nesses ditos populares e minha particular ojeriza a importância que ganham na boca de algumas pessoas – como se argumentos válidos fossem -, tenho que reconhecer que, no caso, aplicam-se a mim. Sou uma compulsiva presenteadora, tendo “herdando” (duplo grifo, sim) essa característica dos meus pais.

Foto de Renata Diem

Desde que me conheço por gente, minha mãe é a rainha dos presentes. Lembro das proximidades dos Natais, na infância, em que saímos pelas lojas com uma lista imensa de pessoas que seriam agraciados pelos seus mimos. E não eram lembrancinhas, não. Eram presentes, grandes, volumosos e, especialmente, caros.

Não que isso faça a diferença, já que realmente acredito que o importante é a lembrança. Mas ela sempre fez questão de dar coisas boas, perdendo diversas noites de sono matutando o que comprar para cada um daqueles que estapavam sua longa lista.

Claro que meus pais não são ricos, nem nunca tiveram dinheiro sobrando para regalias como essas. Mas, sempre incentivada por meu pai, que montava sua própria lista dos indispensáveis (aqueles que não podiam ficar sem presentes de maneira alguma), economizavam para essa data.

Aliás, o ato de presentear de meus pais nunca se limitou a objetos embrulhados com lindos laços. Ia desde festas para os amigos – pelas mais variadas razões – até pagar contas de restaurantes, levar para viagens com tudo pago, emprestar dinheiro aos amigos sem previsão de receber de volta (isso quando não doavam o dinheiro a priori apenas emprestado) e por aí vai.

Foto de Renata Diem

Desde muito cedo tive o exemplo em minha casa do quanto era bom, prazeroso e importante o ato de presentear (lato sensu). E não há como negar que isso influenciou muito na formação de minha personalidade. Os meus amigos podem até vir aqui questionar, negando-me o adjetivo presenteadora, porém, em minha defesa, aponto as limitações financeiras dos últimos meses.

Não posso, contudo, dizer que sou ou me igualo aos presenteadores que são meus pais. Se, por um lado, aprendi a importância e a satisfação que rodeiam esse ato, por outro pude perceber que algumas pessoas se aproveitam e abusam da generosidade alheia. Inúmeras foram as vezes que vi meus pais sendo convidados como padrinhos de casamentos pela simples razão de que iriam dar um ótimo presente. O mesmo quanto a batizados. Há, também, as velhas desculpas do não posso ir em tal lugar, porque não tenho dinheiro, mas se você faz questão de me pagar, até faço um esforço e vou.

Claro que isso nunca foi a regra, mas a exceção, pois, do contrário, por mais generosos que meus pais fossem, já teriam mudado de atitude. Do mesmo modo, se assim não fosse, não teria eu adotado essa característica.

Também não posso negar a importância que essas péssimas exceções tiveram na minha formação. A partir dessas experiências aprendi a reconhecer os verdadeiros amigos, as coisas que realmente importam e os melhores presentes, para dar e receber.

Foto de Michael Bernardini

Foto de Michael Bernardini

Confirmei mais uma vez, aos 30 anos, que os melhores presen- tes são aqueles que, ainda que passíveis de serem envoltos em grandes laços de fita, prescindem do invólucro; que não há nada melhor do que, mesmo absolutamente endividada, poder ter uma festa em que os melhores amigos se fazem presente – ainda que em pensamento .

Sem desmerecer nenhum dos presentes que ganhei – que, dos embalados, não se resumem aos da primeira foto deste post -, posso dizer que os que mais me tocaram foram a presença dos amigos distantes em minha festa – Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Rio do Sul, Pato Branco, Cascavel, Chapecó e, minha linda Betinha, diretamente da Espanha – e dos que, ainda que não vindos de terras distantes, deixaram de cumprir outros compromissos.

Tivesse eu, porém, que eleger um, dentre todos, como o top 1, não teria dúvidas em escolher o lindo convite de casamento – com o plus de ser madrinha (se da noiva ou do noivo não sei, pois melhores amigos ambos) – dos meus queridos Carol e Felipe: aqueles que amigos que você fica meses sem ver ou falar, mas, quando encontra, é como se nada tivesse mudado ou o tempo passado.

Este ano, no grande marco dos 30 anos, ganhei não só grandes presentes embaláveis, como os melhores presentes que prescindem de invólucros. Se os 30 anos marcam na pele, como referenciava meu convite de aniversário, em mim começaram pelos melhores sinais.

Agora me diga a verdade: tem como não amar aniversários se com tantas vantagens?

 

PS: o título deste post é um trecho da música Meu Aniversário, do Nando Reis.

 

Amigos são os irmãos que escolhemos… #mimimi

É o que acontece quando você resolve abrir um blog e criar precedentes cartonísticos: nenhum amigo mais aceita um simples parabéns pelo orkut/facebook/twitter ou um cartão, ainda que estiloso, comprado na papelaria. Você se obriga a destinar um post inteiro do seu blog para eles. Mas tudo bem. Isso não ocorre sempre e não são todos que têm esse privilégio: só os especialíssimos. E o Walter está, com certeza, nessa seleta lista.

O Tio, como carinhosamente o chamo, hoje completou seus 29 aninhos – mesma idade que eu, embora teime em dizer que é bem mais novo. Tio, perceba: você só é bem mais novo que a Renata – e compartilhou esse momento com os amigos, em uma festa que começou no sábado, final de tarde, e terminou no domingo, quase noite. Festa para poucos guerreiros, principalmente se aliarmos o longo período de bebedeiras (mais de 24 horas) com as incursões no mundo do canto por esta que voz fala.

 

Foto de Guilherme Schwinn

Sim! Eu cantei. Uma ou duas músicas, (in)felizmente. Mas tenho certeza que a r r a s e i e que os presentes ficaram impressionados com meus dotes vocais.

Pode ser, também, que eu tenha cantado mais do que apenas duas músicas – criando letras e fazendo duetos, né Josi?, mas o nível alcoólico não permite lembrar revelar tais detalhes, até porque envolvem outras pessoas, como o próprio aniversariante (escondidinho, mas ali no canto esquerdo da foto, dividindo os vocais comigo).

E antes que perguntem: não, não há vídeos dessa façanha. E também não lembro que música estava a cantar na foto ali em cima.

Para felicidade geral da nação, a noite não dependia de meus talentos nos vocais, sendo a festa embalada pela dupla (que, a bem da verdade, é um grupo, mas não estavam todos presentes) Cogio (não sei como se escreve) e Paulo, os quais tentaram, com muito esforço, seguir o ritmo da música que eu lhes impunha. Confesso que se sairam muito melhor sem minha presença fantástica e arrasadora no palco.

Brincadeiras à parte – e é possível essa ficar à parte quando o assunto é o Walter? – e deixando de discorrer sobre a festa para me focar no aniversariante, o que posso dizer é que foi um imenso prazer e uma honra poder estar presente na festa desse menino tão especial, que entrou na minha vida de repente, de maneira despretenciosa – nem tão despretenciosa assim, né tio? – e hoje ocupa um espaço importante e único em meu coração.

O Walter é daquelas pessoas fáceis de serem lidas e lidadas, com o perdão do trocadilho. Os amigos, a folia, as brincadeiras e o sorriso são suas prioridades, não necessariamente nessa ordem e, de preferência, todas reunidas.  Também é daquelas pessoas extremas, ou seja, assim como eu, causam sentimentos intensos nos que as conhecem: ou amam, ou odeiam.

Para minha sorte o sentimento foi de amor, logo de plano, ainda que, ao revés, o dele, em relação a mim, tenha sido de uma certa intimidação (sou expert em causar isso nos que me cercam, mas só no início).

Se você, assim como eu, for um dos afortunados pela amizade desse menino, pode contar com muita atenção, muito carinho, muitas festas, muitas risadas, muitos SMSs preocupados ou convidativos, muitas fotos memoráveis, muita nerdice e, apesar da extrema dedicação e respeito, muitos trocadilhos e piadinhas também.

Já se você for um dos desafortunados que não teve a chance de escolher um dos dois sentimentos extremos ali listados, ou acabou, por qualquer razão, indo para o lado negro da força ao optar pelo ódio, recomendo que não perca mais seu tempo e venha conhecer, realmente, todas as qualidades – e defeitos também, por que não? – dessa pessoa tão especial.

Contatos e agenciamento para namoros, casamentos, ficadas e afins comigo mesma.

Para encerrar, já que não poderia ser diferente – uma vez que este post, mais uma vez, trata-se de um cartão de aniversário -, quero dizer ao meu querido amigo que lhe desejo as melhores coisas da vida e que seus esforços, em todas as áreas, sejam sempre compensados com grandes conquistas.

Meus melhores pensamentos para você, meu querido. Hoje e sempre.

Feliz Aniversário!

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